"deixa... Eu sou uma barata mesmo"
Essa é minha. Achei que estava injusta contando apenas as histórias dos outros. O próximo código lá de casa representa a falsa humildade, falsa modéstia, os ataques de vítima. Quando eu era bem pequena (na verdade, bem criança pois pequena nunca fui... Risos) e minha mãe me negava algo, eu me retirava apenas afirmando: deixa mãe, não precisa. Eu sou uma barata mesmo". Ou seja, me fazia de vítima e revertia a meu favor. Assim, sempre que queremos simular uma injustiça familiar usamos esse código. Criança esperta, hein?
sábado, 29 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Dica de leitura
Coisa maravilhosa ler coisas maravilhosas! Melhor ainda quando conhecemos o sorriso de quem escreveu desde os tempos da faculdade. Devorei as 62 páginas/poemas da Cris(tiane) Lisbôa no livro "Nunca fui a garota papo-firme que o Roberto falou.", da editora Memória visual.
Gente, a mocinha virou uma monstra! Ela escreve maravilhosas. Amei. "Mas você não tem tempo e eu, não tenho medo". Bah.
Gente, a mocinha virou uma monstra! Ela escreve maravilhosas. Amei. "Mas você não tem tempo e eu, não tenho medo". Bah.
O que acredito
Sei que hoje cabe um texto político no blog e não fujo daquilo que julgo ser minha tarefa.
Hoje preciso falar sobre a demissão do ministro Orlando Silva.
Gostaria de repetir aquilo que disse no twitter:
espero que agora o que interesse MESMO sejam as investigações sobre as denúncias. E que essas investigações sejam breves. Tenham a brevidade necessária para responder a pergunta que o POVO se faz: quem fala a verdade?
fala a verdade um homem que denunciou um Ministro de Estado e que tem uma péssima ficha policial e é acusado de desviar dinheiro? ou um militante comunista negro que dirigia o Ministério há 5 anos? Esse é o tema. O denunciante já disse que não tem provas. Orlando garante que provará a inocência na justiça.
Muitos dizem que eu não deveria falar sobre o tema pelo fato de meus adversários tentarem vincula-lo a minha pré-candidatura à Prefeita de Porto Alegre. Mas eu não mereceria ser candidata em minha cidade se não dissesse o que penso. Foi pela coragem de dizer que que sou deputada pelo Rio Grande. Faço política porque acredito. E devo dizer o que acredito.
-Acredito que não é correto acusar qualquer um sem provas. Acredito ser errado a pessoa ter que provar a sua inocência - e não o autor das denúncias aquilo que denunciou. Aliás ele mesmo diz não ter provas.
-Acredito que há muitos interesses e interessados na saída do Orlando do ministério. a FIFA não gostava dele, lembram disso? Aliás, seria casualidade a veja ser o órgão parceiro da FIFA para a Copa? Ou então o nível de ataques sofridos por mim com relação à meia-entrada? Realmente as pessoas acreditam que a preocupação de alguns veículos é com os pequenos artistas?
-acredito que atacar ao PCdoB- um partido que disputa rumos do governo federal para a esquerda (olhem nossas criticas a política econômica, controle de investimentos etc) é uma forma de tentar enquadrar os avanços que o
Governo Dilma pode representar. Não estamos no primeiro governo Lula. Estamos num terceiro ciclo de nosso projeto.
-Acredito que a população tem muitas razões para desconfiar dos políticos. Assistem denúncias todos os dias. Sentem-se pouco ou mal representados. Conhecem muitos escândalos de corrupção.
Portanto, pedir confiança é sempre pedir muito. Mas eu acredito que o desânimo, a desconfiança não podem nos tornar injustos, pessoas que não confiam em nada, nem em ninguém. Por isso, acho que seria razoável Buscar muitas outras informações, além do que aqui publico e do que os grandes jornais publicam. Essas informações são reveladores de muitos interesses por trás dessa história. Não peço que acreditem imediatamente no Orlado. Só peço que também não sejam cegos com quem o acusa. Usem os mesmos olhos e valores.
-acredito que a verdade aparecerá. Cedo ou tarde ela sempre aparece.
Meu Partido tem quase 90 anos. Tem idéias. Não surgiu para ocupar cargos em um ministério e nem deixa de existir por ter saído de lá.
Nossas idéias nao são passageiras como são as crises políticas e as capas de revista. Nossas idéias são de transformação social radical da sociedade. De construção de um
País desenvolvido e soberano. Sim. Soberano, dona FIFA.
P.S. Antes que eu me esqueça. Acredito em tudo o que já citei mas... não acredito na veja.
Hoje preciso falar sobre a demissão do ministro Orlando Silva.
Gostaria de repetir aquilo que disse no twitter:
espero que agora o que interesse MESMO sejam as investigações sobre as denúncias. E que essas investigações sejam breves. Tenham a brevidade necessária para responder a pergunta que o POVO se faz: quem fala a verdade?
fala a verdade um homem que denunciou um Ministro de Estado e que tem uma péssima ficha policial e é acusado de desviar dinheiro? ou um militante comunista negro que dirigia o Ministério há 5 anos? Esse é o tema. O denunciante já disse que não tem provas. Orlando garante que provará a inocência na justiça.
Muitos dizem que eu não deveria falar sobre o tema pelo fato de meus adversários tentarem vincula-lo a minha pré-candidatura à Prefeita de Porto Alegre. Mas eu não mereceria ser candidata em minha cidade se não dissesse o que penso. Foi pela coragem de dizer que que sou deputada pelo Rio Grande. Faço política porque acredito. E devo dizer o que acredito.
-Acredito que não é correto acusar qualquer um sem provas. Acredito ser errado a pessoa ter que provar a sua inocência - e não o autor das denúncias aquilo que denunciou. Aliás ele mesmo diz não ter provas.
-Acredito que há muitos interesses e interessados na saída do Orlando do ministério. a FIFA não gostava dele, lembram disso? Aliás, seria casualidade a veja ser o órgão parceiro da FIFA para a Copa? Ou então o nível de ataques sofridos por mim com relação à meia-entrada? Realmente as pessoas acreditam que a preocupação de alguns veículos é com os pequenos artistas?
-acredito que atacar ao PCdoB- um partido que disputa rumos do governo federal para a esquerda (olhem nossas criticas a política econômica, controle de investimentos etc) é uma forma de tentar enquadrar os avanços que o
Governo Dilma pode representar. Não estamos no primeiro governo Lula. Estamos num terceiro ciclo de nosso projeto.
-Acredito que a população tem muitas razões para desconfiar dos políticos. Assistem denúncias todos os dias. Sentem-se pouco ou mal representados. Conhecem muitos escândalos de corrupção.
Portanto, pedir confiança é sempre pedir muito. Mas eu acredito que o desânimo, a desconfiança não podem nos tornar injustos, pessoas que não confiam em nada, nem em ninguém. Por isso, acho que seria razoável Buscar muitas outras informações, além do que aqui publico e do que os grandes jornais publicam. Essas informações são reveladores de muitos interesses por trás dessa história. Não peço que acreditem imediatamente no Orlado. Só peço que também não sejam cegos com quem o acusa. Usem os mesmos olhos e valores.
-acredito que a verdade aparecerá. Cedo ou tarde ela sempre aparece.
Meu Partido tem quase 90 anos. Tem idéias. Não surgiu para ocupar cargos em um ministério e nem deixa de existir por ter saído de lá.
Nossas idéias nao são passageiras como são as crises políticas e as capas de revista. Nossas idéias são de transformação social radical da sociedade. De construção de um
País desenvolvido e soberano. Sim. Soberano, dona FIFA.
P.S. Antes que eu me esqueça. Acredito em tudo o que já citei mas... não acredito na veja.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Solidariedade
Manu!
lendo e relendo noticias, respondendo perguntas e mais perguntas de amigos e "conhecidos"...e pensando hoje resolvi te escrever ,,,,,simplesmente pq 'e dificil depois de conviver tanto tempo contigo acreditar em tanta coisa nojenta e asquerosa que tem passado nos ultimos dias...
'
e dificil pq d'oi...doi mesmo estando longe....d'oi saber que a inveja, os interesses e a malicia de quem se aproveita de uma situa'cao para
tirar vantagem e fazer injusti'ca...
s'o quem conviveu um pouquinho que seja contigo sabe da tua forma integra e transparente em trabalhar, da tua coragem e tua vontade de mudar pra melhor a vida de tanta gente,,,
mesmo que tenhas sido aquela "gigante" no tamanho que me encheu de vergonha no primeiro dia ao te cumprimentar hoje vejo que tua capacidade de mudar e de transformar a realidade de muita gente vai al'em de qq primeira impress'ao que possa ter me causado...
hoje, mesmo depois de tantos anos depois de nos conhecermos, vejo que 'es uma gigante de fato, por combater tanta coisa que muitos se esquivam s'o o de de pensar em bater de frente.
n'ao por acaso que volto a este post que colocaste pra mim ha muito tempo, mas pq o guardo com muito carinho por se tratar de uma pessoa que num momento dificil compreendeu o que eu sentia...
hoje depois de ler/ver tanta coisa envolvendo teu nome voltei a reler o post e confesso que pouco importa o que me afligia em 2008 ...e lembrei de uma musica que tamb'em me apresentaste nesta 'epoca: huellas, do pedro guerra....
ai que pensando em tanta coisa q tenho visto sobre ti lembrei da frase da musica que diz......." ¿cuánto al fin es lo que importa?
e 'e por isso que escrevo...pq existem momentos na nossa vida que simplesmente passam, que s'ao dificieis, duros, cru'eis, mas que passam....pq simplesmente n'ao s'ao esses momentos que levamos pra vida inteira...e sim, as coisas boas, as amizades, os amores, os perfumes que nos recordam o passeio em uma pra'ca de uma cidada desconhecida...os beijos melados na bochecha de uma crianca feliz, o sabor de uma fruta madura colhida na infancia...os abra'cos apertados, os olhares sinceros e as risadas descompromissadas...
s'ao essas coisas, sim, que recordamos e deixamos na memoria...e isto, sim, no fim, 'e o que mais importa...
n'ao percas nunca a maneira doce que encaras a vida!!sigas sempre em ffrente! mesmo
estando "longe" te acompanho e te desejo for'ca e coragem pra seguir adiante...
grande beijo!!
-----------------------
Resolvi publicar esse email, sem contar a autoria, pois fiquei emocionada. Emocionada por ser alguém que trabalhOU comigo. Que seguiu sua vida. Mas são as opiniões que mais valem. Opiniões como a dessa baixinha que não é militante e que me deixou chorado agora pela manhã. Obrigada.
lendo e relendo noticias, respondendo perguntas e mais perguntas de amigos e "conhecidos"...e pensando hoje resolvi te escrever ,,,,,simplesmente pq 'e dificil depois de conviver tanto tempo contigo acreditar em tanta coisa nojenta e asquerosa que tem passado nos ultimos dias...
'
e dificil pq d'oi...doi mesmo estando longe....d'oi saber que a inveja, os interesses e a malicia de quem se aproveita de uma situa'cao para
tirar vantagem e fazer injusti'ca...
s'o quem conviveu um pouquinho que seja contigo sabe da tua forma integra e transparente em trabalhar, da tua coragem e tua vontade de mudar pra melhor a vida de tanta gente,,,
mesmo que tenhas sido aquela "gigante" no tamanho que me encheu de vergonha no primeiro dia ao te cumprimentar hoje vejo que tua capacidade de mudar e de transformar a realidade de muita gente vai al'em de qq primeira impress'ao que possa ter me causado...
hoje, mesmo depois de tantos anos depois de nos conhecermos, vejo que 'es uma gigante de fato, por combater tanta coisa que muitos se esquivam s'o o de de pensar em bater de frente.
n'ao por acaso que volto a este post que colocaste pra mim ha muito tempo, mas pq o guardo com muito carinho por se tratar de uma pessoa que num momento dificil compreendeu o que eu sentia...
hoje depois de ler/ver tanta coisa envolvendo teu nome voltei a reler o post e confesso que pouco importa o que me afligia em 2008 ...e lembrei de uma musica que tamb'em me apresentaste nesta 'epoca: huellas, do pedro guerra....
ai que pensando em tanta coisa q tenho visto sobre ti lembrei da frase da musica que diz......." ¿cuánto al fin es lo que importa?
e 'e por isso que escrevo...pq existem momentos na nossa vida que simplesmente passam, que s'ao dificieis, duros, cru'eis, mas que passam....pq simplesmente n'ao s'ao esses momentos que levamos pra vida inteira...e sim, as coisas boas, as amizades, os amores, os perfumes que nos recordam o passeio em uma pra'ca de uma cidada desconhecida...os beijos melados na bochecha de uma crianca feliz, o sabor de uma fruta madura colhida na infancia...os abra'cos apertados, os olhares sinceros e as risadas descompromissadas...
s'ao essas coisas, sim, que recordamos e deixamos na memoria...e isto, sim, no fim, 'e o que mais importa...
n'ao percas nunca a maneira doce que encaras a vida!!sigas sempre em ffrente! mesmo
estando "longe" te acompanho e te desejo for'ca e coragem pra seguir adiante...
grande beijo!!
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Resolvi publicar esse email, sem contar a autoria, pois fiquei emocionada. Emocionada por ser alguém que trabalhOU comigo. Que seguiu sua vida. Mas são as opiniões que mais valem. Opiniões como a dessa baixinha que não é militante e que me deixou chorado agora pela manhã. Obrigada.
Códigos de casa 14
A mais ilustre leitora desse blog, minha mãe, enviou duas histórias esquecidas por essa autora.
Quando éramos pequenos morávamos em uma casa com pátio espetacular em Estancia Velha. Goiabeiras, laranjeiras, horta. Corríamos, brincávamos. Foi a casa de nossos sonhos. Saímos de lá eu com 6 e meu irmão com 4. Fomos para São Lourenço do Sul, para uma casa com uma pequena área de concreto. Após alguns dias, feita a mudança e a casa organizada, meu irmão já cansado de esperar pergunta: "mãe, quando chega o caminhão da mudança com o pátio?". Tadinho. Virou código lá de casa.
A outra contribuição, mais engraçada, diz respeito a uma de nossas brigas. Minha vontade era escrever uma série "as brigas láde casa", pois elas eram fantásticas! Imaginem 5 filhos, 4 mulheres, 1 homem. Nascidos em 73, 75, 77, 81 e 83. Muito intenso tudo. Bem, minha mãe amada sempre trabalhou muito e mesmo vivendo em São Lourenço dava aulas, semanalmente, na UNiSiNOS em São Leopoldo. Pegava ônibus, viajava 2 horas depois mais uma e voltava. Chegava de madrugada de volta, descia na estrada (o ônibus ia para Pelotas) e pegava um taxi para casa.
A irmã de 72, Luci, cuidava de nós todos. Segundo a Luciana, naquela noite eu fiz para ela o maior palavrão de todos com as mãos. Uma tal de figa aberta (era a intensão manifesta do palavrão). Não sabemos, hoje em dia, qse eu fiz ou não a tal figa. A Luci fez um bilhete e grudou na porta de casa contando: a Manuela fez isso, isso e aquilo. Eu, com 6 anos e alfabetizada pela própria Luciana, fiz outro bilhete e colei na primeira porta (sacam essas casas com uma porta, um pequeno corredor e outra porta?). O que dizia no bilhete? "Mãe, na próxima porta encontraras um bilhete dizendo isso, isso e aquilo. Por favor, não acredita. Obrigada". Pronto. Virou código.
Mas eu realmente imagino que fosse exagero da Luci. Por que? Porque uma vez, a Carolina bateu com uma vassoura na perna dela e ela ficou atirada no chão sete horas com a vassoura ao lado para minha mãe ver a agressão sofrida. Como não achar que o bilhete era exagerado?
Minha reflexão hoje foi de que os bilhetes na minha vida já foram mais ingênuos e brincalhões. Mas deixa estar. Este de hoje (descrito La abaixo) ainda vai virar código. Não da minha casa. Mas para ensinar bandido a não brincar com gente séria.
Quando éramos pequenos morávamos em uma casa com pátio espetacular em Estancia Velha. Goiabeiras, laranjeiras, horta. Corríamos, brincávamos. Foi a casa de nossos sonhos. Saímos de lá eu com 6 e meu irmão com 4. Fomos para São Lourenço do Sul, para uma casa com uma pequena área de concreto. Após alguns dias, feita a mudança e a casa organizada, meu irmão já cansado de esperar pergunta: "mãe, quando chega o caminhão da mudança com o pátio?". Tadinho. Virou código lá de casa.
A outra contribuição, mais engraçada, diz respeito a uma de nossas brigas. Minha vontade era escrever uma série "as brigas láde casa", pois elas eram fantásticas! Imaginem 5 filhos, 4 mulheres, 1 homem. Nascidos em 73, 75, 77, 81 e 83. Muito intenso tudo. Bem, minha mãe amada sempre trabalhou muito e mesmo vivendo em São Lourenço dava aulas, semanalmente, na UNiSiNOS em São Leopoldo. Pegava ônibus, viajava 2 horas depois mais uma e voltava. Chegava de madrugada de volta, descia na estrada (o ônibus ia para Pelotas) e pegava um taxi para casa.
A irmã de 72, Luci, cuidava de nós todos. Segundo a Luciana, naquela noite eu fiz para ela o maior palavrão de todos com as mãos. Uma tal de figa aberta (era a intensão manifesta do palavrão). Não sabemos, hoje em dia, qse eu fiz ou não a tal figa. A Luci fez um bilhete e grudou na porta de casa contando: a Manuela fez isso, isso e aquilo. Eu, com 6 anos e alfabetizada pela própria Luciana, fiz outro bilhete e colei na primeira porta (sacam essas casas com uma porta, um pequeno corredor e outra porta?). O que dizia no bilhete? "Mãe, na próxima porta encontraras um bilhete dizendo isso, isso e aquilo. Por favor, não acredita. Obrigada". Pronto. Virou código.
Mas eu realmente imagino que fosse exagero da Luci. Por que? Porque uma vez, a Carolina bateu com uma vassoura na perna dela e ela ficou atirada no chão sete horas com a vassoura ao lado para minha mãe ver a agressão sofrida. Como não achar que o bilhete era exagerado?
Minha reflexão hoje foi de que os bilhetes na minha vida já foram mais ingênuos e brincalhões. Mas deixa estar. Este de hoje (descrito La abaixo) ainda vai virar código. Não da minha casa. Mas para ensinar bandido a não brincar com gente séria.
Códigos de casa 13
"é do Cláudio Mesbla" + "anota aí, essa cara vai longe"
Meu pai é profundamente debochado. Já disse isso milhões de vezes aqui no blog. Quando éramos pequenos, como todos os filhos do mundo, julgávamos que ele sabia tudo, conhecia tudo e todos.
Pois bem, ele dizia nas lojas mesbla: "qualquer problema vou falar com o Claudio Mesbla". Se estávamos no Zaffari: "vou ter uma conversa com o Claudio Zaffari", no picolé Kibon: "esse Claudio Kibon...". Um dia percebemos. E virou código da família.
Na mesma linha, nas manhãs de domingo quando estávamos todos reunidos, meu pai ouvia as maravilhosas canções da MPB. Minha mãe as tocava no violão e piano. Ele ouvia discos, fitas e, depois, CDs. Então ele gritava: "anota o nome desse cara aí, Francisco Buarque de Holanda. Esse cara vai longe" ou "Antonio Carlos Brasileiro Jobim". Detalhe: fomos crianças nas décadas de 80 e 90. Eles já eram famosos. Pronto. Ele era um deacobridor de talentos.
Mas, às vezes, além disso, ele cantarolava. E aí nos fazia de completos idiotas! Começava assim: "deixa eu ver, minha filha... Deixa o pai concentrar... Carolina, nos teus olhos verdes, não, não, olhos fundos, guarda tanta dor. A dor de toda essa magoa, não, mundo" e assim fazia de conta que estava compondo uma música maravilhosa na hora. E nós o achávamos o máximo!
São códigos lá de casa. Códigos que ainda são vivos de tão fortes.
Meu pai é profundamente debochado. Já disse isso milhões de vezes aqui no blog. Quando éramos pequenos, como todos os filhos do mundo, julgávamos que ele sabia tudo, conhecia tudo e todos.
Pois bem, ele dizia nas lojas mesbla: "qualquer problema vou falar com o Claudio Mesbla". Se estávamos no Zaffari: "vou ter uma conversa com o Claudio Zaffari", no picolé Kibon: "esse Claudio Kibon...". Um dia percebemos. E virou código da família.
Na mesma linha, nas manhãs de domingo quando estávamos todos reunidos, meu pai ouvia as maravilhosas canções da MPB. Minha mãe as tocava no violão e piano. Ele ouvia discos, fitas e, depois, CDs. Então ele gritava: "anota o nome desse cara aí, Francisco Buarque de Holanda. Esse cara vai longe" ou "Antonio Carlos Brasileiro Jobim". Detalhe: fomos crianças nas décadas de 80 e 90. Eles já eram famosos. Pronto. Ele era um deacobridor de talentos.
Mas, às vezes, além disso, ele cantarolava. E aí nos fazia de completos idiotas! Começava assim: "deixa eu ver, minha filha... Deixa o pai concentrar... Carolina, nos teus olhos verdes, não, não, olhos fundos, guarda tanta dor. A dor de toda essa magoa, não, mundo" e assim fazia de conta que estava compondo uma música maravilhosa na hora. E nós o achávamos o máximo!
São códigos lá de casa. Códigos que ainda são vivos de tão fortes.
Códigos de casa 12
"se alguém Te disse que era fácil te mentiu filhinha"
Hoje lembrei desse código familiar, dito permanentemente pelo meu pai para mim. Ele usa a expressão em situações variadas, sobre uma dor de unha encravada como para uma situação como a de hoje.
Hoje lembrei desse código familiar, dito permanentemente pelo meu pai para mim. Ele usa a expressão em situações variadas, sobre uma dor de unha encravada como para uma situação como a de hoje.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Mãe,
Sou forte. E também metida a forte. Sou dura. Mais metida do que dura de verdade.
Mas hoje, agora, depois de falar com todos, de explicar o que não fiz, de me defender do que desconheço, fui quebrada por um email de minha mãe. Minha mãe que me ensinou a ser forte e a ser feliz. A ser apaixonada pela vida e pelas pessoas.
E ela dizia que rezava para meu anjo da guarda e para Nossa Senhora, para que eu tivesse serenidade. "Escolheste o pior lugar do mundo para ser honesta. O que dirão de ti? Que vives num apartamento de 40 anos de teu pai? Que não tens sequer carro?". Ai mãe. Que dia triste. Que coisa triste estar aqui, tão longe de ti, de minhas irmãs, de minhas sobrinhas, de meu namorado e de meu apartamento velho.
Eu tenho a serenidade da inocência. Mas a indignação da injustiça. E tenho mãe, uma tristeza profunda de viver num mundo tão diferente ainda do que eu luto para construir. Mas sou tua filha. Sei levantar de todas as quedas. Como sempre nos disseste: Deus não dá a Cruz maior do que podemos carregar.
Eu não falo a língua deles, Mae. Graças à Deus.
Mas hoje, agora, depois de falar com todos, de explicar o que não fiz, de me defender do que desconheço, fui quebrada por um email de minha mãe. Minha mãe que me ensinou a ser forte e a ser feliz. A ser apaixonada pela vida e pelas pessoas.
E ela dizia que rezava para meu anjo da guarda e para Nossa Senhora, para que eu tivesse serenidade. "Escolheste o pior lugar do mundo para ser honesta. O que dirão de ti? Que vives num apartamento de 40 anos de teu pai? Que não tens sequer carro?". Ai mãe. Que dia triste. Que coisa triste estar aqui, tão longe de ti, de minhas irmãs, de minhas sobrinhas, de meu namorado e de meu apartamento velho.
Eu tenho a serenidade da inocência. Mas a indignação da injustiça. E tenho mãe, uma tristeza profunda de viver num mundo tão diferente ainda do que eu luto para construir. Mas sou tua filha. Sei levantar de todas as quedas. Como sempre nos disseste: Deus não dá a Cruz maior do que podemos carregar.
Eu não falo a língua deles, Mae. Graças à Deus.
A vida
Há uns três meses um jornalista me telefonou e perguntou se eu sabia que "numa gaveta em Alvorada havia sido apreendida uma carta que me citava durante a operação cartola". Um policial havia ligado para ele e contado. Pedi mais informações e ele me disse que o policial afirmava que não havia nada demais e que eu podia ficar tranquila.
Ok. Não tenho como me preocupar pelo que desconheço. Um mês depois sai o relatório da operação Cartola e outro jornalista me liga e pergunta se sei que a tal carta foi incluída nos anexos. Disse que não sabia. Liguei para o chefe da polícia do estado, Del Ranolfo, perguntando o que era, se precisava fazer algo, o que dizia. Ele me disse para ficar tranquila, que era uma carta sem muito sentido, de um cara dizendo que deu 10.000 reais para outro cara para minha campanha. E que quando eu tivesse um tempo eu fosse lá e lesse.
Sei que os jornalistas tiveram acesso bem antes, aguentei as indiretas de blogueiros pagos por "adversários" e esperava que isso aparecesse até em função da candidatura e da minha situação na pesquisa em Porto Alegre.
Mas não tenho como me dedicar a responder tudo o que qualquer mau caráter escreve a meu respeito. Inventam casos, fazem ilações, mentem. Infelizmente, isso faz parte da vida quem luta contra interesses. Desde as coisas mais ingênuas, até as aparentemente graves, depois de quatro eleições, já aprendi a ignorar e reagir quando julgo ser sério.
Nesse caso, até porque não foi levado a cabo nem pela policia nem pelo MP, julguei algo patético, fruto da disputa política rebaixada da cidade. Até os valores são patéticos para qualquer campanha.
Quantos adesivos de carro faço com esse valor? Bem, claro que ignorei que às vezes a fome e a vontade de comer se encontram. E com a crise no ministério do esporte os jornais redescobriram a carta! Bem... É da vida e da disputa. O que posso garantir? Que vou processar esse indivíduo civil e criminalmente por me envolver em sua disputinha política. Que vou falar na twitcam e aqui no blog sobre o tema. E que acho o fim fazerem qualquer ilação que me envolva. Mas... Pelo visto a eleição já começou. Lamento que a opção de alguns seja pela mentira e tentativa de destruir a honra dos outros. Não é a minha. E nunca será. Não canso de repetir: nunca me tornarei igual aos que combato. Em nenhum sentido.
-------------------
Quando soube que essa matéria sairia evidentemente fiquei triste, cansada, pois não sou duas, essa pessoa sobre quem mentem sou eu. Com mãe, pai, irmãos, um namorado. Aí recebi duas ligações. Dois amigos. Sem nenhum vinculo político comigo. Fiquei emocionada. Um deles, adversário limpo, me fez jurar que eu apenas seria eu mesma durante esses dias mais difíceis. Que eu lembrasse que não sou importante só para mim, mas que destruir o símbolo construído é intenção de muita gente, que muitos com diversos interesses se unem nesse. O outro, sem vínculo partidário e político nenhum, me disse que maior que o poder da máquina é o poder da máquina povo. E que me lembrasse disso. Da minha responsabilidade com essa gente. Também lembrei do Collares. De duas frases ditas em distintos momentos para mim. "política é prova de resistência e não de velocidade". E eu resistirei pelo simples motivo que não fiz nada. A outra ele me disse segunda-feira, em sua casa: deixa eles brigarem sozinhos. Tu não és disso.
Pois é. Eles brigarão sozinhos. Seguirei trabalhando.
Ok. Não tenho como me preocupar pelo que desconheço. Um mês depois sai o relatório da operação Cartola e outro jornalista me liga e pergunta se sei que a tal carta foi incluída nos anexos. Disse que não sabia. Liguei para o chefe da polícia do estado, Del Ranolfo, perguntando o que era, se precisava fazer algo, o que dizia. Ele me disse para ficar tranquila, que era uma carta sem muito sentido, de um cara dizendo que deu 10.000 reais para outro cara para minha campanha. E que quando eu tivesse um tempo eu fosse lá e lesse.
Sei que os jornalistas tiveram acesso bem antes, aguentei as indiretas de blogueiros pagos por "adversários" e esperava que isso aparecesse até em função da candidatura e da minha situação na pesquisa em Porto Alegre.
Mas não tenho como me dedicar a responder tudo o que qualquer mau caráter escreve a meu respeito. Inventam casos, fazem ilações, mentem. Infelizmente, isso faz parte da vida quem luta contra interesses. Desde as coisas mais ingênuas, até as aparentemente graves, depois de quatro eleições, já aprendi a ignorar e reagir quando julgo ser sério.
Nesse caso, até porque não foi levado a cabo nem pela policia nem pelo MP, julguei algo patético, fruto da disputa política rebaixada da cidade. Até os valores são patéticos para qualquer campanha.
Quantos adesivos de carro faço com esse valor? Bem, claro que ignorei que às vezes a fome e a vontade de comer se encontram. E com a crise no ministério do esporte os jornais redescobriram a carta! Bem... É da vida e da disputa. O que posso garantir? Que vou processar esse indivíduo civil e criminalmente por me envolver em sua disputinha política. Que vou falar na twitcam e aqui no blog sobre o tema. E que acho o fim fazerem qualquer ilação que me envolva. Mas... Pelo visto a eleição já começou. Lamento que a opção de alguns seja pela mentira e tentativa de destruir a honra dos outros. Não é a minha. E nunca será. Não canso de repetir: nunca me tornarei igual aos que combato. Em nenhum sentido.
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Quando soube que essa matéria sairia evidentemente fiquei triste, cansada, pois não sou duas, essa pessoa sobre quem mentem sou eu. Com mãe, pai, irmãos, um namorado. Aí recebi duas ligações. Dois amigos. Sem nenhum vinculo político comigo. Fiquei emocionada. Um deles, adversário limpo, me fez jurar que eu apenas seria eu mesma durante esses dias mais difíceis. Que eu lembrasse que não sou importante só para mim, mas que destruir o símbolo construído é intenção de muita gente, que muitos com diversos interesses se unem nesse. O outro, sem vínculo partidário e político nenhum, me disse que maior que o poder da máquina é o poder da máquina povo. E que me lembrasse disso. Da minha responsabilidade com essa gente. Também lembrei do Collares. De duas frases ditas em distintos momentos para mim. "política é prova de resistência e não de velocidade". E eu resistirei pelo simples motivo que não fiz nada. A outra ele me disse segunda-feira, em sua casa: deixa eles brigarem sozinhos. Tu não és disso.
Pois é. Eles brigarão sozinhos. Seguirei trabalhando.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Copa das Confederações
Há dias mantenho um post sobre uma matéria do jornal Zero Hora sobre a perda da Copa das Confederações e Sobre uma entrevista dada pelas autoridades do município sobre o tema. Alias, e o segundo post, o primeiro tem quinze dias. Data do período em que o prefeito lamentou no ar, em uma radio, o mesmo fato.
Como tenho vista muita manipulação de blogs e jornais, subtraindo partes do texto, omitindo a informação que me referia a uma matéria eapecificamente, resolvi não escrever mais aqui sobre o tema e até segunda ordem no meu blog.
Evidentemente que todos sabemos e as informações são públicas sobre os problemas para mantermos a
Copa das Confederações. Mas como o mundo anda kafkaniano em nossa capital...
Como tenho vista muita manipulação de blogs e jornais, subtraindo partes do texto, omitindo a informação que me referia a uma matéria eapecificamente, resolvi não escrever mais aqui sobre o tema e até segunda ordem no meu blog.
Evidentemente que todos sabemos e as informações são públicas sobre os problemas para mantermos a
Copa das Confederações. Mas como o mundo anda kafkaniano em nossa capital...
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Machismo?
Eu entrei no beira-rio com meu namorado de um lado e com
Fabiano (uh Fabiano, para os colorados) de outro. Gritaram para o jogador: o Fabiano, pegador, hein?
Noutro dia li uma nota sobre uma bolsa que ganhei de um ex-namorado há anos. Depois,
Sobre meu vestido.
É. Não existe machismo. Tudo impressão minha.
Fabiano (uh Fabiano, para os colorados) de outro. Gritaram para o jogador: o Fabiano, pegador, hein?
Noutro dia li uma nota sobre uma bolsa que ganhei de um ex-namorado há anos. Depois,
Sobre meu vestido.
É. Não existe machismo. Tudo impressão minha.
Qual juventude?
Que juventude?
É comum lermos formulações sobre os gargalos do desenvolvimento do Brasil. Não há estudo ou matéria jornalística que não elenque o tema da formação educacional e qualificação profissional dos jovens como problema a ser enfrentado para o Brasil crescer de maneira sustentável. É também comum vermos jovens estampados nas capas dos jornais em matérias sobre tráfico e consumo de drogas ou violência urbana. Adolescentes assassinos rendem semanas de campanha pela redução da maioridade escolar. Mau desempenho brasileiro nas avaliações educacionais também. Mas, concretamente, que projeto temos para a juventude brasileira e o que a juventude quer para si?
Abaixo discorro sobre polêmicas envolvendo o recém aprovado Estatuto da Juventude. Fiquei surpresa com o impacto de sua aprovação na mídia. Mais ainda com o ataque a essa legislação que trata de enfrentar problemas tantas vezes denunciados pela própria mídia. Vou às questões.
-de onde surgiu esse relatório?
O projeto aprovado tramita há sete anos na Câmara. Foi objeto de duas comissões especiais. Ambas foram presididas pelo deputado Tucano Lobbe Neto e relatas pelo deputado Reginaldo Lopes e depois por mim.
Esse relatório foi construído por mais de vinte deputados e contou com a MAIOR PARTICIPAÇÃO POPULAR DA HISTÓRIA (com base no portal edemocracia). Depois disso, o Plenario da câmara aprovou por unanimidade. Ou seja, todos os deputados concordaram.
Não existe o relatório da Manuela. Ele é da Câmara.
- Jovem até os 29?!?
Segundo a ONU são jovens aqueles com até 29 anos de idade. Como e por que? Juventude é fase construída socialmente. E a principal característica é ser a etapa de preparação para a vida que levaremos por todo o período em que seremos adultos. Por isso, o recém aprovado Estatuto da juventude trabalha com três momentos: jovens adolescentes, jovens e jovens adultos. Não são todos iguais. Mas são etapas complementares preparatórias para a vida adulta.
Esse é o reconhecimento por parte do Estado de que existe sim uma fase preparatório, que essa fase é distinta. Como é distinta a vida adulta ou a terceira idade.
-quais direitos?
O Estatuto conta com mais de 40 artigos. Uma parte de direitos e outra de consolidação do sistema nacional de juventude (deixando de ser vontade de governos e passando a ser de Estado).
A primeira parte chamou atenção pela meia entrada. As demais foram solenemente ignoradas pela mídia.
Vejam só:
a meia entrada tomou essa proporção em função das negociações com a FIFA. Mas seria correto o congresso parar de fazer leis em função de 40 dias de evento? Não. Além disso, a parte é genérica, deixando claro que precisaremos regulamentar. Um debate inicial! Terá subsidio? Eu defendo que sim. Como será executado? Temos que discutir. Mas não é brincadeira. Basta dizer que a meia entrada pode voltar que os ataques são cruéis. Como de fosse um CRIME garantir a educação integral para a juventude. Mas não é dessa juventude que cobramos qualificação, formação, nível intelectual? Acaso sabemos que a maior parte não freqüenta estabelecimentos culturais por falta de dinheiro?
Acho super justa a preocupação com elevação de preços para os demais. Por isso defendo subsidio. Mas não seria legal os jornalistas terem me perguntado?
A segunda polêmica girou em torno da meia passagem. Acaso não sabem que grande parte da evasão escolar é por causa do transporte? Acaso não sabem que a lei não garantia transpore para ensino médio e superior? Acaso não sabem que a medida que garantimos vagas em escolas técnicas e ensino superior (com Prouni, por exemplo) aumenta a problema desses jovens com transporte público? Acaso leram o texto? Não me parece.
Enquanto isso A aprovação do Estatuto, além do que representa para a juventude do País, representa um grande avanço e mostra a superação de um antigo entrave.
Falo do acordo inédito que construímos entre a bancada evangélica e a bancada que defende os direitos da comunidade LGBT no Congresso.
A aprovação do texto – elaborado com todas as bancadas e aprovado com consenso – permitiu que, pela primeira vez na história da Câmara, viabilizássemos um acordo entre as duas bancadas.
O concerto que conquistamos – com muito diálogo, interlocução, que representa e respeita o que defendem os dois grupos – vira uma página da nossa história. O resultado: superamos antigas barreiras e mantivemos no texto o combate ao preconceito e a inclusão da educação sexual nas escolas. Ou seja, garantimos constitucionalmente – também pela primeira vez –direitos para a comunidade LGBT. Evangélicos e comunidade LGBT chegaram a um entendimento que nos conduz a um novo patamar em função de um objetivo maior e comum a todos: reconhecer a importância do Estado garantir direitos e políticas públicas para os jovens brasileiros.
Quem viu isso? Quem deu essa notícia?não li.
Por isso gente, peço atenção ao que lêem. Enfrentar interesses poderosos não é fácil.
E, estranhamente, quando surge uma legislação que não trata aos jovens como bandidos ou marginais muitos caem em cima. Pensem. Porque será?
Que juventude querem? Eu quero aquela livre!
É comum lermos formulações sobre os gargalos do desenvolvimento do Brasil. Não há estudo ou matéria jornalística que não elenque o tema da formação educacional e qualificação profissional dos jovens como problema a ser enfrentado para o Brasil crescer de maneira sustentável. É também comum vermos jovens estampados nas capas dos jornais em matérias sobre tráfico e consumo de drogas ou violência urbana. Adolescentes assassinos rendem semanas de campanha pela redução da maioridade escolar. Mau desempenho brasileiro nas avaliações educacionais também. Mas, concretamente, que projeto temos para a juventude brasileira e o que a juventude quer para si?
Abaixo discorro sobre polêmicas envolvendo o recém aprovado Estatuto da Juventude. Fiquei surpresa com o impacto de sua aprovação na mídia. Mais ainda com o ataque a essa legislação que trata de enfrentar problemas tantas vezes denunciados pela própria mídia. Vou às questões.
-de onde surgiu esse relatório?
O projeto aprovado tramita há sete anos na Câmara. Foi objeto de duas comissões especiais. Ambas foram presididas pelo deputado Tucano Lobbe Neto e relatas pelo deputado Reginaldo Lopes e depois por mim.
Esse relatório foi construído por mais de vinte deputados e contou com a MAIOR PARTICIPAÇÃO POPULAR DA HISTÓRIA (com base no portal edemocracia). Depois disso, o Plenario da câmara aprovou por unanimidade. Ou seja, todos os deputados concordaram.
Não existe o relatório da Manuela. Ele é da Câmara.
- Jovem até os 29?!?
Segundo a ONU são jovens aqueles com até 29 anos de idade. Como e por que? Juventude é fase construída socialmente. E a principal característica é ser a etapa de preparação para a vida que levaremos por todo o período em que seremos adultos. Por isso, o recém aprovado Estatuto da juventude trabalha com três momentos: jovens adolescentes, jovens e jovens adultos. Não são todos iguais. Mas são etapas complementares preparatórias para a vida adulta.
Esse é o reconhecimento por parte do Estado de que existe sim uma fase preparatório, que essa fase é distinta. Como é distinta a vida adulta ou a terceira idade.
-quais direitos?
O Estatuto conta com mais de 40 artigos. Uma parte de direitos e outra de consolidação do sistema nacional de juventude (deixando de ser vontade de governos e passando a ser de Estado).
A primeira parte chamou atenção pela meia entrada. As demais foram solenemente ignoradas pela mídia.
Vejam só:
a meia entrada tomou essa proporção em função das negociações com a FIFA. Mas seria correto o congresso parar de fazer leis em função de 40 dias de evento? Não. Além disso, a parte é genérica, deixando claro que precisaremos regulamentar. Um debate inicial! Terá subsidio? Eu defendo que sim. Como será executado? Temos que discutir. Mas não é brincadeira. Basta dizer que a meia entrada pode voltar que os ataques são cruéis. Como de fosse um CRIME garantir a educação integral para a juventude. Mas não é dessa juventude que cobramos qualificação, formação, nível intelectual? Acaso sabemos que a maior parte não freqüenta estabelecimentos culturais por falta de dinheiro?
Acho super justa a preocupação com elevação de preços para os demais. Por isso defendo subsidio. Mas não seria legal os jornalistas terem me perguntado?
A segunda polêmica girou em torno da meia passagem. Acaso não sabem que grande parte da evasão escolar é por causa do transporte? Acaso não sabem que a lei não garantia transpore para ensino médio e superior? Acaso não sabem que a medida que garantimos vagas em escolas técnicas e ensino superior (com Prouni, por exemplo) aumenta a problema desses jovens com transporte público? Acaso leram o texto? Não me parece.
Enquanto isso A aprovação do Estatuto, além do que representa para a juventude do País, representa um grande avanço e mostra a superação de um antigo entrave.
Falo do acordo inédito que construímos entre a bancada evangélica e a bancada que defende os direitos da comunidade LGBT no Congresso.
A aprovação do texto – elaborado com todas as bancadas e aprovado com consenso – permitiu que, pela primeira vez na história da Câmara, viabilizássemos um acordo entre as duas bancadas.
O concerto que conquistamos – com muito diálogo, interlocução, que representa e respeita o que defendem os dois grupos – vira uma página da nossa história. O resultado: superamos antigas barreiras e mantivemos no texto o combate ao preconceito e a inclusão da educação sexual nas escolas. Ou seja, garantimos constitucionalmente – também pela primeira vez –direitos para a comunidade LGBT. Evangélicos e comunidade LGBT chegaram a um entendimento que nos conduz a um novo patamar em função de um objetivo maior e comum a todos: reconhecer a importância do Estado garantir direitos e políticas públicas para os jovens brasileiros.
Quem viu isso? Quem deu essa notícia?não li.
Por isso gente, peço atenção ao que lêem. Enfrentar interesses poderosos não é fácil.
E, estranhamente, quando surge uma legislação que não trata aos jovens como bandidos ou marginais muitos caem em cima. Pensem. Porque será?
Que juventude querem? Eu quero aquela livre!
domingo, 9 de outubro de 2011
Coluna do Juremir Machado (como colorada, amei!)
Manuela Damião
Saíram nesta semana duas pesquisas Correio do Povo/Instituto Methodus. A primeira avaliou a corrida para a eleição de 2012 em Porto Alegre. A segunda apurou a aprovação ou desaprovação aos governos da capital gaúcha, do Rio Grande do Sul e do Brasil. É um material rico e inspirador. A jovem Manuela D''Ávila (PC do B) aparece como uma espécie de Leandro Damião de saias (nem sempre, que isso é coisa do passado remoto). Ganha de bicicleta, de lambreta e de carrinho, embora a linguagem oficial fale em empate técnico. Perde na espontânea para José Fortunati. Mas ganha por, no mínimo, 1 a 0 em quase todos os cenários estimulados. Leva o jogo para a prorrogação, segundo turno, e aí mata sem direito a pênaltis, salvo no confronto com o atual prefeito, que aparece embolado. Fortunati precisa convencer um dos seus adversários, o PT, a ter candidato próprio, de preferência Maria do Rosário. Nessa simulação, ele aparece em primeiro lugar e pode esperar que a ministra, no campo de jogo, olho no olho, desbanque a deputada comunista, o que lhe favoreceria na hora do mano a mano.
A presidente da Câmara dos Vereadores, Sofia Cavedon, afirmou no "Esfera Pública", da Rádio Guaíba, que o PT terá candidato próprio, o que poderá ser visto como uma traição por Manuela, que apoiou a candidatura de Tarso Genro ao governo contando com a retribuição no pleito municipal. Mas o PT é um velho escorpião acostumado a ter a cabeça das chapas. Sofia aparece com 5,8% das intenções de voto. Um bom escore. Adeli Sell, outro postulante petista, surge com 3,5%. Maria do Rosário larga com 13,2%. A bola está com ela. Vai querer abandonar o seu charmoso cargo ministerial para disputar um gauchão em que do pescoço para baixo tudo poderá ser canela? Ela aparece em primeiro lugar na taxa de rejeição. Num segundo turno, perde para Fortunati ou Manuela. Se tiver calma, bota a bola no chão e não vem. O melhor negócio para o PT seria ir com Manuela, com quem até o PMDB gostaria de ficar se, por acaso, Fortunati decidisse praticar, como insinuou o deputado Osmar Terra (PMDB), adultério político e trocasse alianças com o PT.
Só que um casamento entre Fortunati e o PT é improvável, pois o prefeito é candidato à reeleição. Não abre mão da cabeça de chapa. Se é para ser vice, o PT já tem vaga com Manuela, sem precisar pular o muro. O PSB já avisou que não troca Manuela por ninguém. Nessa dança dos casais, a pesquisa indica que a taxa de infidelidade será baixa, não por virtude, mas por falta de oportunidade: PDT e PMDB deverão continuar unidos, renovando votos nupciais com Fortunati, herdeiro do trono de Fogaça. PC do B e PSB apostarão na noiva mais cortejada, Manuela. Restará ao PT a carreira solo, uma chapa puro sangue, ou dizer sim, de coração na mão, a Manuela. Fortunati poderá matar o jogo se as obras da Copa do Mundo decolarem de fato. Se empacarem, ele pagará o pato. Os porto-alegrenses querem melhorias nos postos de saúde, na segurança, na educação, na geração de empregos, em asfalto, pavimentação e em saneamento. Básico, não?
Saíram nesta semana duas pesquisas Correio do Povo/Instituto Methodus. A primeira avaliou a corrida para a eleição de 2012 em Porto Alegre. A segunda apurou a aprovação ou desaprovação aos governos da capital gaúcha, do Rio Grande do Sul e do Brasil. É um material rico e inspirador. A jovem Manuela D''Ávila (PC do B) aparece como uma espécie de Leandro Damião de saias (nem sempre, que isso é coisa do passado remoto). Ganha de bicicleta, de lambreta e de carrinho, embora a linguagem oficial fale em empate técnico. Perde na espontânea para José Fortunati. Mas ganha por, no mínimo, 1 a 0 em quase todos os cenários estimulados. Leva o jogo para a prorrogação, segundo turno, e aí mata sem direito a pênaltis, salvo no confronto com o atual prefeito, que aparece embolado. Fortunati precisa convencer um dos seus adversários, o PT, a ter candidato próprio, de preferência Maria do Rosário. Nessa simulação, ele aparece em primeiro lugar e pode esperar que a ministra, no campo de jogo, olho no olho, desbanque a deputada comunista, o que lhe favoreceria na hora do mano a mano.
A presidente da Câmara dos Vereadores, Sofia Cavedon, afirmou no "Esfera Pública", da Rádio Guaíba, que o PT terá candidato próprio, o que poderá ser visto como uma traição por Manuela, que apoiou a candidatura de Tarso Genro ao governo contando com a retribuição no pleito municipal. Mas o PT é um velho escorpião acostumado a ter a cabeça das chapas. Sofia aparece com 5,8% das intenções de voto. Um bom escore. Adeli Sell, outro postulante petista, surge com 3,5%. Maria do Rosário larga com 13,2%. A bola está com ela. Vai querer abandonar o seu charmoso cargo ministerial para disputar um gauchão em que do pescoço para baixo tudo poderá ser canela? Ela aparece em primeiro lugar na taxa de rejeição. Num segundo turno, perde para Fortunati ou Manuela. Se tiver calma, bota a bola no chão e não vem. O melhor negócio para o PT seria ir com Manuela, com quem até o PMDB gostaria de ficar se, por acaso, Fortunati decidisse praticar, como insinuou o deputado Osmar Terra (PMDB), adultério político e trocasse alianças com o PT.
Só que um casamento entre Fortunati e o PT é improvável, pois o prefeito é candidato à reeleição. Não abre mão da cabeça de chapa. Se é para ser vice, o PT já tem vaga com Manuela, sem precisar pular o muro. O PSB já avisou que não troca Manuela por ninguém. Nessa dança dos casais, a pesquisa indica que a taxa de infidelidade será baixa, não por virtude, mas por falta de oportunidade: PDT e PMDB deverão continuar unidos, renovando votos nupciais com Fortunati, herdeiro do trono de Fogaça. PC do B e PSB apostarão na noiva mais cortejada, Manuela. Restará ao PT a carreira solo, uma chapa puro sangue, ou dizer sim, de coração na mão, a Manuela. Fortunati poderá matar o jogo se as obras da Copa do Mundo decolarem de fato. Se empacarem, ele pagará o pato. Os porto-alegrenses querem melhorias nos postos de saúde, na segurança, na educação, na geração de empregos, em asfalto, pavimentação e em saneamento. Básico, não?
A copa, o Inter, o Grêmio e a unidade
Decidi escrever no blog sobre futebol. Futebol? Eu? Sim. Mas não sobre os jogos da rodada como eventualmente faço. Resolvi escrever sobre as leviandades que alguns constróem junto as nossas torcidas, aqui no Rio Grande.
Sou colorada. Todos sabem. Sou torcedora por paixão. Minha Família inteira é gremista e aprendi a fazer do futebol uma paixão respeitosa. Não acho a menor graça em torcedores que não sabem conviver com a diferença. Futebol para mim é paz, sempre.
Se futebol é paixão, política deve ser razão. Evidente que somos movidos pelo amor as idéias que temos. Mas escolhemos acreditar em tais idéias. Não escolhemos ser colorados ou gremistas. Somos. Não é assim? Esse é o motivo que me levou a jamais misturar futebol e política. Represento idéias. Idéias que um branco ou negro, mulher ou homem, gremista ou colorado podem defender.
E qual o sentido de escrever isso tudo em plena manhã de domingo? A Copa de 2014. Para mim, como parlamentar que representa o RS e Porto Alegre, a importância desses eventos consiste nas obras que podem melhorar o trânsito e transporte (legado da mobilidade), no fluxo de pessoas que visitarão a cidade e na movimentação econômica que farão. Garantindo empregos de todos os tipos (hotéis, restaurantes, espaços que fornecem para esses, táxistas etc). além, é claro, da divulgação da cidade como capital pronta para sediar eventos (nossa grande vocação turística!).
Mas nada disso é o que motiva esse post e sim a confusão entre nossas torcidas.
Vejam a história: nossa cidade apresentou dois projetos de estádio. Dos nossos dois clubes campeões mundiais. A FIFA selecionou o do colorado.
As obras começaram, pararam, há questões a serem resolvidas que atrasaram a assinatura do novo contrato. MAS, a FIFA trabalha com esse estádio para sediar a Copa e, NESSE MOMENTO, a Copa das Confederações.
Em doze dias haverá a escolha das sedes da copa das Confederações. E perder essa etapa, significa perder em média 50 mil turistas para a cidade. Não posso admitir isso. O povo não merece e acho que espera de mim ATITUDE e CORAGEM para correr atrás. É o que fiz e faço. Junto com todos aqueles que quiseram correr atrás de 50 mil turistas para o estado. Para mim, um representante não lamenta, FAZ. Fui lá e fiz (estou fazendo).
Aí, pessoas interessadas em outras disputas que não essa (pensem nisso...) começaram a trabalhar na guerra grêmio e inter, Arena e Beira-rio. Que guerra? Ainda bem que nossa cidade terá dois estádios Padrao mundial! Só ganhamos com isso. Poucos sabem, por exemplo, que, quando eu coordenava a bancada gaúcha, a pedido do presidente do Grêmio, apresentei a emenda ao orçamento para as obras do entorno da nova arena. Acredito que essa é a
Maior prova de meu interesse em que essas obras aconteçam!
Aí, sujeitos cheios de interesses, deram a entender que os parlamentares e gestores do executivo defendiam ou um clube ou outro. Meus Deus! Na batalha que travamos agora o estádio inscrito é o do Inter. Para ganhar a batalha temos que resolver a esse problema. Falar em troca de estádio etc é reconhecer que perdemos a copa das Confederações e eu só desisto quando acaba. NÃO DESISTO NO MEIO DO CAMINHO. Depois dessa etapa novas questões podem surgir. Mas a etapa é essa. Vivemos uma batalha de cada vez.
Por isso escrevo esse post aos meus amigos colorados e gremistas. Vamos pensar nos interesses que estão por trás dessas invenções infantis? Vamos nos unir por Porto Alegre? Vamos nos unir pela Copa das Confederações? Hoje, em
Minha Opinião, estamos perdendo essa guerra. Juntos podemos vencer.
A enorme paixão pelo meu clube - do qual sou conselheira - não se opõe ao amor ainda maior que sinto por Porto Alegre e pelo Rio Grande. A dupla grenal é parte da Porto Alegre que amo. E trazer a copa das Confederações para cá é fazer colorados e gremistas mais felizes.
Sou colorada. Todos sabem. Sou torcedora por paixão. Minha Família inteira é gremista e aprendi a fazer do futebol uma paixão respeitosa. Não acho a menor graça em torcedores que não sabem conviver com a diferença. Futebol para mim é paz, sempre.
Se futebol é paixão, política deve ser razão. Evidente que somos movidos pelo amor as idéias que temos. Mas escolhemos acreditar em tais idéias. Não escolhemos ser colorados ou gremistas. Somos. Não é assim? Esse é o motivo que me levou a jamais misturar futebol e política. Represento idéias. Idéias que um branco ou negro, mulher ou homem, gremista ou colorado podem defender.
E qual o sentido de escrever isso tudo em plena manhã de domingo? A Copa de 2014. Para mim, como parlamentar que representa o RS e Porto Alegre, a importância desses eventos consiste nas obras que podem melhorar o trânsito e transporte (legado da mobilidade), no fluxo de pessoas que visitarão a cidade e na movimentação econômica que farão. Garantindo empregos de todos os tipos (hotéis, restaurantes, espaços que fornecem para esses, táxistas etc). além, é claro, da divulgação da cidade como capital pronta para sediar eventos (nossa grande vocação turística!).
Mas nada disso é o que motiva esse post e sim a confusão entre nossas torcidas.
Vejam a história: nossa cidade apresentou dois projetos de estádio. Dos nossos dois clubes campeões mundiais. A FIFA selecionou o do colorado.
As obras começaram, pararam, há questões a serem resolvidas que atrasaram a assinatura do novo contrato. MAS, a FIFA trabalha com esse estádio para sediar a Copa e, NESSE MOMENTO, a Copa das Confederações.
Em doze dias haverá a escolha das sedes da copa das Confederações. E perder essa etapa, significa perder em média 50 mil turistas para a cidade. Não posso admitir isso. O povo não merece e acho que espera de mim ATITUDE e CORAGEM para correr atrás. É o que fiz e faço. Junto com todos aqueles que quiseram correr atrás de 50 mil turistas para o estado. Para mim, um representante não lamenta, FAZ. Fui lá e fiz (estou fazendo).
Aí, pessoas interessadas em outras disputas que não essa (pensem nisso...) começaram a trabalhar na guerra grêmio e inter, Arena e Beira-rio. Que guerra? Ainda bem que nossa cidade terá dois estádios Padrao mundial! Só ganhamos com isso. Poucos sabem, por exemplo, que, quando eu coordenava a bancada gaúcha, a pedido do presidente do Grêmio, apresentei a emenda ao orçamento para as obras do entorno da nova arena. Acredito que essa é a
Maior prova de meu interesse em que essas obras aconteçam!
Aí, sujeitos cheios de interesses, deram a entender que os parlamentares e gestores do executivo defendiam ou um clube ou outro. Meus Deus! Na batalha que travamos agora o estádio inscrito é o do Inter. Para ganhar a batalha temos que resolver a esse problema. Falar em troca de estádio etc é reconhecer que perdemos a copa das Confederações e eu só desisto quando acaba. NÃO DESISTO NO MEIO DO CAMINHO. Depois dessa etapa novas questões podem surgir. Mas a etapa é essa. Vivemos uma batalha de cada vez.
Por isso escrevo esse post aos meus amigos colorados e gremistas. Vamos pensar nos interesses que estão por trás dessas invenções infantis? Vamos nos unir por Porto Alegre? Vamos nos unir pela Copa das Confederações? Hoje, em
Minha Opinião, estamos perdendo essa guerra. Juntos podemos vencer.
A enorme paixão pelo meu clube - do qual sou conselheira - não se opõe ao amor ainda maior que sinto por Porto Alegre e pelo Rio Grande. A dupla grenal é parte da Porto Alegre que amo. E trazer a copa das Confederações para cá é fazer colorados e gremistas mais felizes.
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