sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pressão

Dia de Guaíba e Alvorada. Ontem foi São Leopoldo, Novo Hamburgo, festa colorada. Muitas crianças nas praças do Programa Federal que fomos lançar (PRONASCI). Muita esperança nas mulheres da paz. Muita felicidade nas mãos dos jovens. É sempre emocionante ver segurança pública com ênfase na justiça social.
Tudo isso com a pressão arterial lááááá em baixo.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Bem perto do fim

Hoje me dei conta que o ano está acabando mesmo. Pensei numa frase de um amigo em meu aniversário quando eu reclama que tudo estava passando rápido demais. Ele disse que se eu parasse para pensar bem perceberia que havia passado bem devagar. Faltam apenas quinze dias. Mas está bem perto do fim.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Dica de leitura


Tenho manias inconfessáveis. Mas uma eu adoro: a de me apaixonar por livros e temas diferentes a cada dia. Por exemplo, já fiz uma busca virtual dos livros que quero ler nas minhas férias. E já os fico imaginando. Nos dois últimos dias devorei um entre o avião e as noites insones. Chama-se "A outra vida de Catherine M", da francesa Catherine Millet.

Desde Sartre e Beauvoir muito foi escrito e debatido sobre relacionamentos diferentes ou abertos. Há inclusive um fantástico livro com o conteúdo dos diários da própria Simone de Beauvoir. Comprei esse livro francês por acaso, na banca do aeroporto. Havia esquecido "Espelhos" (de Galeano) no carro e tinha que ter algo para ler na última poltrona do avião. É uma edição que saiu em português graças ao ano Brasil/França.

É um belo livro porque Catherine é a editora da Revista Art Press (principal revista de crítica de arte da França). Ou seja, é uma mulher realizada mas que também sofre com as coisas mundanas como todas nós. Fica a dica para quem gosta de livros com uma ênfase mais psicológica ou comportamental. Eu os adoro. Decifrar o ser humano é uma das minhas paixões. Inclusive porque sei que é impossível!

Do gosto das coisas

Ontem foi um dia de diversos sabores. Tive a oportunidade de, ainda pela manhã, fazer uma justa homenagem a minha universidade (e de mais de cento e oitenta mil pessoas que passaram por lá) UFRGS pelos seus 75 anos aqui na Câmara. É evidente que o principal papel da universidade é produzir conhecimento para garantir o desenvolvimento do Brasil. Mas além disso tem um gosto doce pensar na minha vida desde a UFRGS. Poderia dizer que é porque que ali comecei a fazer política (ali e na PUCRS) mas não é só isso. Também não é apenas porque ali comecei amizades marcantes na minha vida e na minha personalidade. Talvez para melhor resumir e não contar toda a história de vida de minha família poderia dizer que aquele universidade permitiu que minha mãe e meu pai se conhecessem. Ou seja, literalmente, boa parte de minha vida passa por aqueles prédios, aqueles corredores, bares, salas de aulas.
Ainda ontem teve início a Conferência Nacional de Comunicação. Conferência marcada por conflitos e disputas mas que dá a todos os que lutam pela democratização da comunicação um gosto de vitória. Vitória porque apesar dos pesares e dos "vocês" nós conseguimos realizar a conferência e abrir, iluminar o problema do monópolio midiático no Brasil. Ver um presidente da República, mesmo que apenas após 7 anos, abordando estas questões nos faz sorrir, ter um pouco mais de esperança. É claro que é só um primeiro passo. Mas nós já andamos tanto na luta pela democratização da comunicação. Óbvio que não vamos mudar tudo e conquistar tudo, que teremos que negociar para construir uma unidade e as mudanças possíveis. Mas estamos andando. E depois que se aprende a andar... Ninguém mais segura.
Por isso tudo prefiro guardar o gosto bom das coisas. O gosto amargo a gente não esquece. Mas guarda num cantinho bem menor do que aquele reservado ao doce gosto de lutar para transformar a sociedade. E eu vi centenas de pessoas com esse gosto de luta ontem na 1a CONFECOM.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Pense duas vezes


Nem todos conhecem os lugares que muitos brasileiros vivem. Comunidades sem saneamento, sem infra-estrutura alguma. Vivem em meio a dejetos cloacais. Ou das fezes de seus banheiros sem esgoto. Ou suas crianças brincam em valões imundos. Muitos brasileiros vivem na merda, de fato. E sofrem com isso. Trabalham, educam seus filhos (ou tentam garantir a vaga na escola). São as brasileiras sem vagas para seus filhos em creche, os jovens que muitas vezes são alistados pelo narcotráfico. Muitos adoecem, muitos morrem pela falta de higiene (não suas... visitem suas limpas casas) mas da higiene da rua, do bairro, da cidade. Parte disso chamamos de saneamento. Ontem, portanto, o Presidente Lula não usou a palavra merda no sentido figurado ou como palavrão. A usou no sentido literal. Lançava o programa Minha Casa, minha vida. Um programa que além da moradia prevê infra-estrutura urbana.

Mas e se tivesse usado a palavra merda no sentido figurado? O que isso o diminuiria? Ontem, comentei rapidamente no twitter o choque que levei com a reação moralista de alguns articulistas políticos e também de muitos cidadãos. Capa de jornais, colunas inteiras. E o Arruda? E os 7 pedidos de afasmento dele? Ah! Ficaram satisfeitos com a saída dos DEMOcratas? Eu não!Alguns com razão afirmavam irritados que os exemplos devem vir de cima. Concordo 100%! Mas qual é o exemplo? Usar uma palavra feia (que não é em si um palavrão) é um mal exemplo?

Estou acostumada com pessoas que gostam de falar de maneira rabiscada. Quase teatral. Jamais usariam uma expressão (mesmo errada) de maneira natural. Tudo é pensado. Ajuda alguma coisa? Muda a realidade? Educa nossas crianças para não se conformarem com as injustiças, com as crianças iguais a elas que vivem nas ruas, para não pegar a canetinha do coleguinha na escola? Não.

Portanto, pense duas vezes. Primeiro, na verdade inconveniente relevada por Lula: muitas pessoas vivem sem saneamento. Isso existe mesmo que tu não vejas em teu caminho para o trabalho. E é muito importante garantir dignidade para elas. Segundo, quantas vezes tu que és honesto, trabalhador, se indigna com algo que vê e pensa: "Ai, que merda!!"? Muitas, não? Eu prefiro ter um Presidente parecido comigo, contigo, com todos. Alguém de verdade que fala português e que, depois de 7 anos na Presidência, ainda fica P da vida com as injustiças.

E se tu, depois de tudo isso, consideras que ele errou, pense: errar é humano. Quem faz política também é humano? Ainda bem, né?

O bêbado e a equilibrista

Eu: a equilibrista. O bêbado: um desconhecido. O cenário: um hotel em plena Cidade Baixa em Porto Alegre. Depois do avião, depois de dormir com o pescoço caído, depois de não almoçar, não jantar chego em casa. Minha casa, minhas coisas, meu cheiro... Meu cheiro? Nada. Cheiro de gás, Gás forte. Minhas vizinhas velinhas devem ter esquecido o forno ligado. Devem estar morrendo. Que horror!!! Que horror, era um horror menos horror, mas um horror: o gás era meu. Minha casa. Minhas coisas. Sem o cheiro. Com cheiro de gás. Pânico, ligações, amigo sempre presente (Alexandre), problema resolvido. Mas sem gás para usar e com gás pela casa. Vou para um hotel. Que hotel? Conheço quase toda cidade, algum hotel vou me lembrar. Lembrei. Cidade Baixa. Hotel. Tem vaga? Tinha vaga. E tinha um bêbado também.
Primeiro ato bêbado: por que tu vai dormir sozinha?
Segundo ato bêbado: teu marido te correu de casa!
Terceiro ato bêbado: Tu pegou teu marido com outra!
Quarto ato bêbado: Tu és a Manuela?
Quinto ato bêbado: Já sei... É armação política!!! Só pode!
Primeiro ato Manuela: É... É armação política sim. Só pode ser. O senhor estar aqui me provocando é armação política. Depois de tudo o que eu passei lhe aguentar só pode ser armação política para ver se eu lhe agrido e saio nas capas dos jornais!
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Hello!!! Eu nasci em agosto. Meu inferno astral já passou!!! Acho que Deus está enganado!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Dica de leitura


Roberto Bolaño já foi citado nesse blog. É um escritor chileno daqueles que eu não gosto de gostar porque já morreu. Ou seja, eu economizo seus livros porque sei que não virão novos. E a primeira leitura é a primeira... Li, no avião para Brasília, Estrela distante. É um livro pequeno (140 p) mas intenso. "Estão lá a relação entre poesia e revolução, a figura do poeta como herói (ou antiherói), o cenário de violência da ditadura chilena, o exílio como condição permanente, a busca por um escritor desaparecido, as referências literárias, em que se misturam nomes reais e fictícios, os acenos ao surrealismo (ou à pura bizarrice), acenos também aos labirintos elegantes de Borges, a expressão da vida marginal, com sua tríade sexo, literatura e álcool, e, claro, a figura do alterego, seu melhor personagem." (Daniel Benecides, UOL).

Pronto. Ele escreve melhor do que eu sobre o livro.

Teatro

Tenho uma irmã linda que é atriz. Aliás, lá em casa deu "de um tudo um pouco", como o nosso povo diz. Eu estarei em Brasília na homenagem da Câmara aos 75 anos da UFRGS e na Conferência de Comunicação. É a primeira apresentação dela que não dou um jeito de ver. Quem quiser ir...
Ah! A Mari Vellinho é a minha irmã, não procurem pelo sobrenome porque lá em casa temos diferentes. Ela não é d'Ávila como eu.
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Gostei de dar dicas culturais além das de livro. Como vou pouco ao teatro e ao cinema em função da vida, me ajudem!

Do ramo?

Recebi uma mensagem de um cidadão que dizia que eu "não era do ramo". Acho que ele a escreveu em tom de crítica. Eu vi, sinceramente, como elogio. Acho que nós devemos nos questionar mais sobre o que é ser político hoje e o que é fazer política. O que é ser do ramo hoje em dia? O que a população pensa que é ser do ramo? Não acredito que sejam coisas boas nem bons símbolos.
Pode ser alguém que mora numa casa enorme em Porto Alegre ou que transforma Brasília num forno para assar o tanto de panetones que diz ter distribuído. Pode ser alguém que diz que perdeu a esperança e que nem lembra que há apenas vinte anos tínhamos nossas primeiras eleições diretas. Pode ser alguém fala complicado, cheio de termos jurídicos e que faz questão de não ser entendido justamente por aqueles que precisam compreender a realidade porque necessitam urgentemente transformá-la.
Nesse sentido eu tenho orgulho de não ser do ramo... Embora dedique mais de uma década de minha vida à política e que hoje viva dela, eu continuo acreditando, continuo sendo eu mesma, continuo lutando com milhares de brasileiros por uma vida feliz. E quem não vê o filho morrendo do tráfico, quem tem um trabalho decente, quem tem uma moradia digna, quem não morre na fila da saúde tem mais chances de ser feliz.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A verdade


é que fiquei muito emocionada ontem com o Prêmio Congresso em foco. É complicado explicar mas receber esse prêmio é uma lavar a alma. Vejam só: os jornalistas indicam (significa que aquele monte de pauta de "musa" fez com que eles me respeitassem, como eu os respeito). Os internautas votaram, a galera quis que uma mulher, jovem, comunista ganhasse. Fui a primeira mulher, numa terra em que somos poucas. Isso nos provoca a reflexão sobre a reforma política. A sociedade se vê nas mulheres. O nosso sistema não permite que as mulheres cheguem aqui. Foi bonito tudo, fiquei feliz. E me deu ainda mais garra para lutar por um Brasil desenvolvido e justo. Obrigada e beijos!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Mensagem à poesia

Meia palavra basta, né galera? Mas o Vinicius disse isso tudo para explicar o que todos sentimos de vez em quando.

Mensagem à poesia - Vinicius de Moraes

Não posso
Não é possível
Digam-lhe que é totalmente impossível
Agora não pode ser
É impossível
Não posso.
Digam-lhe que estou tristíssimo, mas não posso ir esta noite ao seu encontro.

Contem-lhe que há milhões de corpos a enterrar
Muitas cidades a reerguer, muita pobreza pelo mundo.
Contem-lhe que há uma criança chorando em alguma parte do mundo
E as mulheres estão ficando loucas, e há legiões delas carpindo
A saudade de seus homens; contem-lhe que há um vácuo
Nos olhos dos párias, e sua magreza é extrema; contem-lhe
Que a vergonha, a desonra, o suicídio rondam os lares, e é preciso
reconquistar a vida
Façam-lhe ver que é preciso eu estar alerta, voltado para todos os caminhos
Pronto a socorrer, a amar, a mentir, a morrer se for preciso.
Ponderem-lhe, com cuidado – não a magoem... – que se não vou
Não é porque não queira: ela sabe; é porque há um herói num cárcere
Há um lavrador que foi agredido, há um poça de sangue numa praça.
Contem-lhe, bem em segredo, que eu devo estar prestes, que meus
Ombros não se devem curvar, que meus olhos não se devem
Deixar intimidar, que eu levo nas costas a desgraça dos homens
E não é o momento de parar agora; digam-lhe, no entanto
Que sofro muito, mas não posso mostrar meu sofrimento
Aos homens perplexos; digam-lhe que me foi dada
A terrível participação, e que possivelmente
Deverei enganar, fingir, falar com palavras alheias
Porque sei que há, longínqua, a claridade de uma aurora.
Se ela não compreender, oh procurem convencê-la
Desse invencível dever que é o meu; mas digam-lhe
Que, no fundo, tudo o que estou dando é dela, e que me
Dói ter de despojá-la assim, neste poema; que por outro lado
Não devo usá-la em seu mistério: a hora é de esclarecimento
Nem debruçar-me sobre mim quando a meu lado
Há fome e mentira; e um pranto de criança sozinha numa estrada
Junto a um cadáver de mãe: digam-lhe que há
Um náufrago no meio do oceano, um tirano no poder, um homem
Arrependido; digam-lhe que há uma casa vazia
Com um relógio batendo horas; digam-lhe que há um grande
Aumento de abismos na terra, há súplicas, há vociferações
Há fantasmas que me visitam de noite
E que me cumpre receber, contem a ela da minha certeza
No amanhã
Que sinto um sorriso no rosto invisível da noite
Vivo em tensão ante a expectativa do milagre; por isso
Peçam-lhe que tenha paciência, que não me chame agora
Com a sua voz de sombra; que não me faça sentir covarde
De ter de abandoná-la neste instante, em sua imensurável
Solidão, peçam-lhe, oh peçam-lhe que se cale
Por um momento, que não me chame
Porque não posso ir
Não posso ir
Não posso.

Mas não a traí. Em meu coração
Vive a sua imagem pertencida, e nada direi que possa
Envergonhá-la. A minha ausência.
É também um sortilégio
Do seu amor por mim. Vivo do desejo de revê-la
Num mundo em paz. Minha paixão de homem
Resta comigo; minha solidão resta comigo; minha
Loucura resta comigo. Talvez eu deva
Morrer sem vê-Ia mais, sem sentir mais
O gosto de suas lágrimas, olhá-la correr
Livre e nua nas praias e nos céus
E nas ruas da minha insônia. Digam-lhe que é esse
O meu martírio; que às vezes
Pesa-me sobre a cabeça o tampo da eternidade e as poderosas
Forças da tragédia abastecem-se sobre mim, e me impelem para a treva
Mas que eu devo resistir, que é preciso...
Mas que a amo com toda a pureza da minha passada adolescência
Com toda a violência das antigas horas de contemplação extática
Num amor cheio de renúncia. Oh, peçam a ela
Que me perdoe, ao seu triste e inconstante amigo
A quem foi dado se perder de amor pelo seu semelhante
A quem foi dado se perder de amor por uma pequena casa
Por um jardim de frente, por uma menininha de vermelho
A quem foi dado se perder de amor pelo direito
De todos terem um pequena casa, um jardim de frente
E uma menininha de vermelho; e se perdendo
Ser-lhe doce perder-se...
Por isso convençam a ela, expliquem-lhe que é terrível
Peçam-lhe de joelhos que não me esqueça, que me ame
Que me espere, porque sou seu, apenas seu; mas que agora
É mais forte do que eu, não posso ir
Não é possível
Me é totalmente impossível
Não pode ser não
É impossível
Não posso.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Como Deus manda


Eu poderia escrever sobre o que farei com minha parte de final de semana. De agora até amanhã de manhã me dei folga. Vou fazer coisas boas. Ficar com minhas amigas! Mas esse é o título de último livro que li. Ainda na Holanda, ocupei boa parte das minhas noites devorando essas quase 400 páginas de pura adrelina. O escritor é um jovem italiano Nicolo Ammanti.
Eu gosto de ler ou de ver filmes que me façam refletir sobre valores. Esse livro é atual porque trabalha com uma família de tipo moderno (pai e filho), num ambiente completamente perturbado. A narrativa me lembrou Pulp Fiction. Algumas pessoas acham graça porque eu gosto de imaginar os livros. E o que vi foi semelhante ao grande filme citado. Leiam. É pesado. Mas bom.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Boa noite

tive um dia bem cansativo e escrevo do celular. Amanha de manha conto. Boa noite!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Supermercado

Um jornalista acaba de me ligar na fiscalização que estão fazendo de todas as notas fiscais dos parlamentares. É dose ser posta na vala comum. Mas aqui aprendi que não basta ser honesta, temos que parecer também. E que ele está fazendo a parte dele. E, ao que me parece, lendo as matérias do blog e do site entendeu que eu de fato estive lá a trabalho.
Ao longo de cinco anos de vida pública aprendi muitas coisas. Mas tem uma muito singela que algumas pessoas compreendem. Aprendi o valor de ir ao supermercado. Minha meta de vida é morrer indo ao supermercado e poder ouvir críticas, elogios, sugestões de cabeça em pé. Pode parecer muito pequeno para alguém que é comunista e que luta para mudar estruturalmente o Brasil dizer que quer morrer indo ao supermercado. Sim, quero ir ao supermercado num país bem melhor do que o que vivemos hoje. Mas estarei lá.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Em Brasília

chove. Mesmo que no fundo esteja pegando fogo, como disse um amigo.