segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Quando eu morrer sentirás saudade, ela dizia.
Já estas morta há muito tempo, ele pensava.

2 comentários:

Felipe Braga disse...

Adoro ver a sua face de poeta. Até porque a poesia tá na vida. Um sempre mata o outro, de várias formas, quando se ama. Mas restaura.

Mas, quando não se ama... vira poesia.

Beijo, Manu.

Laura Ferraz disse...

Nossa coitada.
Na verdade estamos mortos,todos.
O ser humano tem dificuldades em aceitar sua face sombria.E tentamos constantemente mudar o quê um dia...
ah esquece, minhas reflexões são um saco.
Mas,gostei da frase,afinal,teu eu-lírico tava bem revoltado esse dia.