quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Gol contra

Ao meio dia errou o restaurante: marcou em um, esperou no outro.
À meia noite errou as palavras: tentando fazer feliz, desfez o sorriso.
Gol contra. Quem olha para apenas para o atacante e não pro goleiro, sempre marca.

5 comentários:

Por que você faz poema? disse...

Frequentemente, marcamos um gol contra, mas nunca perdemos de goleada.

Andrea Ruas disse...

Manu, às vezes nós amamos o amor ... não as pessoas. E amar as pessoas com seus defeitos, sua cara amassada, seus infindáveis problemas não é tarefa fácil. Eu, um dia escolhi amar alguém, alguém de carne e osso, e não me arrependo, mesmo quando suspiro pelo "amor" de novela, ou pelos romances que não terei mais. Não preciso de amor, preciso de um homem que chamo de "Amoooor".

Andrea Ruas disse...

Manu, às vezes nós amamos o amor ... não as pessoas. E amar as pessoas com seus defeitos, sua cara amassada, seus infindáveis problemas não é tarefa fácil. Eu, um dia escolhi amar alguém, alguém de carne e osso, e não me arrependo, mesmo quando suspiro pelo "amor" de novela, ou pelos romances que não terei mais. Não preciso de amor, preciso de um homem que chamo de "Amoooor".

Andrea Ruas disse...

Manu, às vezes nós amamos o amor ... não as pessoas. E amar as pessoas com seus defeitos, sua cara amassada, seus infindáveis problemas não é tarefa fácil. Eu, um dia escolhi amar alguém, alguém de carne e osso, e não me arrependo, mesmo quando suspiro pelo "amor" de novela, ou pelos romances que não terei mais. Não preciso de amor, preciso de um homem que chamo de "Amoooor".

Andrea Ruas disse...

Manu, às vezes nós amamos o amor ... não as pessoas. E amar as pessoas com seus defeitos, sua cara amassada, seus infindáveis problemas não é tarefa fácil. Eu, um dia escolhi amar alguém, alguém de carne e osso, e não me arrependo, mesmo quando suspiro pelo "amor" de novela, ou pelos romances que não terei mais. Não preciso de amor, preciso de um homem que chamo de "Amoooor".