quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Códigos de casa 7

"especial de bom" + "não toca no nome do gilnei"

Minha irmã mais velha, a Luci,
Namora ao Gilnei desde os 17 anos. Morávamos em Pedro Osório quando eles se conheceram na universidade (UFPEL). Lá se vão mais de vinte anos. Mais de dez de casados. Nosso querido cunhado é quase um irmão para nós. Mas ele nasceu em Dom Pedrito e fala
Muito carregado. Imaginem essas pragas que éramos rindo dele. Um
Horror. Para tudo que ele comia lá em casa vinha um sonorro: "especial de bom". Pronto. Entrou para o caderninho de deboches. Agora de código quando algo é muito legal.
Numa dessas vezes em que debochávamos do "especial de bom" ou de outra expressão, Luciana
Ficou completamente brava e gritava: não toca no nome do Gilnei!
Pronto. Caderno de deboche e código para rirmos quando alguém
Pede Para algo não ser mencionado!
Luciana tem outra história muito engraçada. Eu tinha 9, ela 18.
E eu adorava o namorado dela.
Assim como a Isadora, minha sobrinha de um ano, ama o maroni (meu namorado). Pois bem, Luciana acordou e o quadro em que me ensinava a escrever tinha um coração: "Manuela e Gilnei". Pronto. Ao invés de morrer de rir me deu uma surra! Para eu aprender a não ser assanhada!
Às vezes penso que quem viu me ingênuo coração não tem idéia dos escândalos sentimentais que a Isadora produz com o maroni. Imaginem se eu fosse a Luciana. O que faria com uma criança que não sabe nem falar e que aponta o dedinho para o MEU namorado quando eu pergunto "quem é teu namorado?".  Eu teria que gritar muitos: não aponta o dedo para o maroni!

4 comentários:

Sinueh Treslen disse...

Bacana seu Blog !! Gostei muito dos seus textos !! Visite meu Blog Tanbém !! Grande Abraço !!

http://gotasdeelixirsagrado.blogspot.com/

Emanuel Mattos disse...

Manu, ainda bem que é essa Luciana, né?

Cláudio Gonzalez disse...

Adorei ler os códigos da família. Sua história com o cunhado me fez lembrar de uma que contei no meu blog. Por coincidência, também envolvia um cunhado gaúcho. Se tiver tempo, lei lá: http://www.papillon.blog.br/2011/09/19/memorias-de-um-arroz-carreteiro/

Abraços do camarada
Cláudio Gonzalez

Anônimo disse...

Dragon Fruit realmente é de ser estudado.